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Devocional

Todas as manhãs os colaboradores do IBADEP fazem o período devocional.

REQUERIMENTO DE CERTIFICADO DE CONCLUSÃO

Com conclusão dos estudos do conteúdo programático do curso escolhido, o aluno deverá solicitar ao núcleo o formulário “REQUERIMENTO DE CERTIFICADO DE CONCLUSÃO”, para que possa fazer a solicitação de seu documento de conclusão do curso.

EBI

Com a finalidade de transmitir os conceitos e ensinamentos Bíblicos, a EBI (Escola Bíblica Internacional Ibadepiana), terá como referência o seguinte tema: " A doutrina Assembleiana, com base nas escrituras."

quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

‘O mundo mudou, mas Deus não’, disse Magno Malta sobre casamento gay

O senador classificou o projeto como inconstitucional
O senador classificou o projeto como inconstitucional
O projeto que trata do reconhecimento legal da união estável entre pessoas do mesmo sexo (PLS 612/2011) teve, nesta terça-feira (5), a votação adiada no Plenário do Senado por falta de quórum. O projeto chegou a ser colocado em votação, mas o senador Magno Malta (PR-ES), contrário à matéria, pediu verificação de quórum – que não atingiu o mínimo necessário de 41 senadores presentes.
Para o senador Magno Malta, “o projeto de lei que reconhece a união estável entre pessoas do mesmo sexo, não pode ser visto como picuinha entre evangélicos e gays. Muito pelo contrário, o ex-presidente do Supremo Tribunal Federal, Ministro Joaquim Barbosa, legislou e oficiou os cartórios a fazerem o casamento gay. Por isso o argumento, de votar no projeto já que o casamento existe, é uma falácia. A Constituição Federal reconhece o casamento de homem com mulher. Temos que respeitar, mesmo sabendo que o mundo mudou, mas Deus não mudou”, disse Magno Malta em plenário, nesta terça-feira.
Em seu relatório na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), o senador Roberto Requião (PMDB-PR) lembrou a decisão de 2011 do Supremo Tribunal Federal (STF) que reconhece o direito à formalização da união entre casais homossexuais. Ele observou, no entanto, que é responsabilidade do Legislativo adequar a lei em vigor ao entendimento consagrado pelo STF.
Marta Suplicy disse que o projeto é “uma consolidação do que já existe”. A senadora classificou a decisão do Supremo como um passo significativo da Justiça, como uma forma de proteção da lei. Ela também lembrou que em 2013, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) estabeleceu uma resolução sobre a celebração de casamento civil e sobre a conversão de união estável em casamento, entre pessoas de mesmo sexo.
Já o senador Magno Malta classificou o projeto como inconstitucional e criticou a postura do CNJ, que teria legislado sem competência legal. Ele negou ser “fundamentalista”, disse respeitar as posições contrárias e lembrou que o Brasil é majoritariamente cristão e católico.
Fonte: Verdade Gospel

quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

Outra drag queen, outra escola, mesma ideologia de gênero.

Outra drag queen, outra escola, mesma ideologia de gênero

Não é a primeira denúncia do tipo. O youtuber Rafael Silva Oliveira, mais conhecido como Rafinha BK, publicou um vídeo gravado no Colégio Municipal Pelotense, em Pelotas (RS).
Nele, fica claro a doutrinação ideológica dos alunos durante o “3º Encontro Sobre Gênero, Diversidade e Educação”, que fazia parte da Semana da Diversidade, organizada pela prefeitura municipal, e focada no ensino da ideologia de gênero.
Realizado durante o horário normal de aula, os estudantes disseram ao youtuber que foram obrigados a comparecer às palestras. Quem não participassem do evento, “ganhava falta”. Os assuntos abordados também seriam cobrados em um trabalho no final do bimestre. “Um deles me contou que a palestra iria compor a nota de Educação Física”, explica Rafinha.
Em entrevista à Gazeta do Povo, o autor das filmagens conta que “A palestra teve uma apresentação sensual, uma performance de duas mulheres e um rapaz, que ficavam se retorcendo no palco”.
“Em outra palestra, uma mulher disse ter o sexo imposto pelo médico quando nasceu e que no decorrer da vida foi se descobrindo homem. As informações apresentadas não tinham base científica alguma, eram só teses. O objetivo era doutrinar na questão de gênero. Uma drag queen também deu uma palestra, defendendo ‘direitos humanos’ e inclusive atacando o deputado Bolsonaro”, acrescentou.
No vídeo o diretor do colégio, Arthur da Silva Katrein, nega a obrigatoriedade de participação no evento. “Com certeza não. Nenhum aluno foi obrigado a vir”, insiste. Após a divulgação do vídeo, alguns alunos disseram que não foram obrigados a comparecer, mas Rafinha explica que eles eram parte da militância que organizou a apresentação.
“Vários relatos colhidos na hora mostram que quem não fosse iria para a direção”, reitera o youtuber.
A apresentação no Rio Grande do Sul repete situação semelhante à da Bahia onde uma drag queen fez uma performance no Colégio Estadual Odorico Tavares, em Salvador (BA) onde dançou e foi se despindo até ficar com apenas um collant e um espécie de biquíni. Sua dança sensual diante dos alunos foi filmada e postada nas redes sociais.
Os dois casos levantam o debate sobre os limites na erotização de crianças no Brasil, ao mesmo tempo que o Ministério da Educação divulga a nova Base Nacional Comum Curricular, tentando tirar o tema ideologia de gênero, incluída no programa pelo governo do Partido dos Trabalhadores.
Assista o youtuber:

quarta-feira, 29 de novembro de 2017

STF nega pedido de aborto e manobra do PSOL cai por terra.


Partido usou situação de vulnerabilidade de uma mulher para criar “brecha jurídica”


STF nega aborto e manobra do PSOL cai por terra

Na última semana, o pedido de Rebeca Mendes Silva Leite solicitando autorização para abortar chegou ao Supremo Tribunal Federal (STF). Aos 30 anos e com dois filhos, a mulher alegava que tem um salário de R$ 1.250, e passava por sérios problemas financeiro.
Ela gravou um vídeo com um desabafo para a ministra Rosa Weber, relatora da ação pedindo a descriminalização da prática, impetrada pelo PSOL.
Todo o arranjo pareceu ser uma manobra do partido, que tenta junto ao Supremo a descriminalização da interrupção da gestação no Brasil até a 12ª semana. Junto com o pedido de Rebeca, o PSOL pedia também uma liminar, que estenderia os efeitos dessa decisão a todas as grávidas. Ou seja, tentava legalizar o aborto, alterando judicialmente o que é previsto em lei.
Insistindo que os filhos são dependentes dela, o pedido encaminhado ao STF argumenta que Rebeca “jamais cogitaria violar a lei ou arriscar sua própria vida para interromper a gestação”.
O argumento da legenda socialista é que negar a Rebeca o direito ao aborto seria equivalente à tortura, por que imporia tanto sofrimento quanto risco à sua saúde física, mental e social.
Nesta terça (28), Rosa Weber negou todos os pedidos.
Em 8 de março deste ano, Dia Internacional da Mulher, o PSOL encaminhou uma ação em favor da liberação do aborto. A base do seu argumento era um estudo financiado pelo Ministério da Saúde, mostrando que cerca de 330 mil mulheres brasileiras já fizeram aborto.
Os números são bem diferentes dos usados pelo deputado federal Jean Wyllys (PSOL/RJ) que publicamente insiste que chega a um milhão.
Além da negativa do STF, tanto a Advocacia-Geral da União (AGU) quanto a Câmara dos Deputados manifestaram-se contra a ação do PSOL, argumentando que o pedido de liberação do aborto até a 12ª semana deve ser negado pelo STF por se tratar de um assunto de competência do Congresso.
O Senado, por sua vez, limitou-se a dizer que o tema está “sendo tradado no Legislativo”. A Procuradoria-Geral da República (PGR) não se manifestou sobre o caso.

Especialistas opinam

Angela Martins, doutora em Filosofia do Direito e professora visitante de Harvard. Em entrevista à Gazeta do Povo explicou que “os autores da ação utilizam uma situação de fragilidade humana para poder continuar questionando o assunto e colocar o STF na parede para uma sentença pontual”.
Ela lembra que “hoje existe a curadoria de nascituros, por meio do Estado e de outras ONGs, nacionais e internacionais, entidades religiosas e outras que recebem essas crianças para adoção; matar nunca é meio de combater qualquer mal e, por outro lado, não seria condizente com a nossa Constituição que protege a vida de modo incondicional”.
Já Regina Beatriz Tavares, Presidente da Associação de Direito de Família e das Sucessões (ADFAS), doutora em Direito Civil pela USP, acredita que a opção do PSOL em tentar abrir uma brecha jurídica no STF é por que o Supremo tem assumido um protagonismo permissivo, que contraria os desejos da maioria da população, acionado por ativistas.
Flávio Henrique Santos, presidente da ADFAS de Pernambuco, acredita que essa manobra do PSOL junto ao STF representa um risco para o resto da população.
“Nesse caso, haveria ainda mais uma pergunta a ser feita: o estado de pobreza e miserabilidade pode autorizar o estado a matar pessoas? Essas deficiências econômicas poderiam, por exemplo, justificar higienizar a sociedade, aprovar genocídios porque as pessoas não conseguem sobreviver? Pelo contrário, não seria mais adequado impulsionar o Estado a colocar ações profundas de mudança econômica para que a sociedade tenha uma vida digna? Está havendo uma grande inversão de valores; uma vida inocente não pode ser ceifada por argumentos tão desprovidos de fundamento”.

terça-feira, 28 de novembro de 2017

40 países muçulmanos se unem para formar maior aliança militar da Terra.

“Reuniremos nossas capacidades militares, financeiras, políticas e de inteligência”, afirma líder saudita.por Jarbas Aragão.


Países muçulmanos formam maior aliança militar da Terra

A Arábia Saudita anunciou neste domingo (26) que está formando uma coalizão de 40 países muçulmanos predominantemente sunitas. O objetivo seria reunir forças para combater os grupos extremistas e fazê-los “desaparecer da terra”.
O príncipe Mohammed bin Salman, que está prestes a se tornar o líder do país com a renúncia de seu pai, presidiu na capital Riad uma reunião de ministros da Defesa de países do Oriente Média, Ásia e África, marcando oficialmente a criação da Coalizão Militar Islâmica, que vinha sendo negociada desde 2015.
O desejo de Salman é ter “uma coordenação forte, excelente e especial” entre os membros, que poderá criar o maior exército da Terra. Seu foco inicial será o combate ao terrorismo.
O escolhido para ser o comandante militar da coalizão é o general paquistanês Raheel Sharif, mas a sede continuará em Riad.
Em discurso durante a abertura da reunião, o general paquistanês afirmou que pretende “mobilizar e coordenar recursos, facilitar o intercâmbio de informações e ajudar os países membros a desenvolver sua própria capacidade de luta contra o terrorismo”.
O príncipe herdeiro comemorou a formalização da iniciativa. “Mais de 40 países enviam um sinal muito forte de que vamos trabalhar juntos e que reuniremos nossas capacidades militares, financeiras, políticas e de inteligência”, ressaltando ainda que “a partir de hoje, cada país contribuirá de acordo com suas capacidades”.
Além da Arábia Saudita, a iniciativa inclui países como Egito, Emirados Árabes Unidos, Turquia, Afeganistão, Uganda, Sudão, Somália, Mauritânia, Líbia e Iêmen.
Chama atenção que embora seja uma aliança para combater o terrorismo, faz parte dele a Palestina e o Líbano, uma vez que são comandados por partidos políticos que tem como braços armados os grupos terroristas Hamas e Hezbollah, respectivamente.

Imagem distorcida do islã

Um dos tópicos discutidos no encontro foi o ataque na última sexta-feira contra uma mesquita no Egito, que matou 305 pessoas.
O príncipe saudita expressou sua solidariedade e enfatizou que “mais do que o assassinato de pessoas inocentes e a propagação do ódio, o terrorismo e o extremismo distorcem a imagem da nossa religião”. Salman garante que defende um “Islã moderado, tolerante e aberto a outras religiões”, numa declaração histórica, que contrasta com a história do islamismo até aqui.
A Arábia Saudita vem passando por mudanças significativas nos últimos meses e se aproximado dos Estados Unidos e também de Israel. O objetivo é enfrentar um inimigo comum: o Irã.
Justamente por isso, o lançamento dessa coalizão é uma demonstração de força em meio ao clima de tensão entre o Irã e a Arábia Saudita. Os dois países cortaram relações diplomáticas em 2016. O motivo é seu posicionamento em lados opostos nas guerras da Síria e do Iêmen. Os sauditas acusam Teerã de apoiar grupos terroristas como o Hezbollah e a milícia rebelde Huthi.
Esta semana, o príncipe herdeiro chamou o aiatolá Ali Khamenei, guia supremo do Irã, de um “novo Hitler”.
Maior nação do ramo islâmico xiita, o Irã, e seus maiores aliados Síria e Iraque não fazem parte da coalizão. Embora o nome do Catar figure na lista oficial de países membros, a nação não enviou representante. Com informações Daily Mail

quarta-feira, 22 de novembro de 2017

Cientistas preveem aumento de desastres naturais em 2018.

Relatório alerta para grandes terremotos e afirma que as coisas tendem a piorar


Cientistas preveem aumento de desastres naturais

O ano de 2017 ficou marcado por uma série de desastres naturais que causaram bilhões de dólares em prejuízo. Além de uma série de furacões que devastaram a América Central e o sul dos Estados Unidos, o México e o Irã enfrentaram grandes abalos sísmicos. No sul da Ásia, inundações mataram mais de mil pessoas em Bangladesh, Índia e Nepal.
Shuai Wang, pesquisador da Faculdade de Ciências Naturais do Imperial College London, afirma que a quantidade e a intensidade das tempestades de grandes proporções registradas este ano estão acima da média anual. Eles atribuem isso às mudanças climáticas, que seriam causadas pelo homem. E a tendência é que elas só aumentem nos próximos anos.
Contudo, grandes terremotos não possuem relação com a ação humana. De acordo com o British Geological Survey, o centro britânico de geociências, a média anual do planeta é de 15 terremotos com magnitude maior que 7, considerados de grande proporção.
Mas especialistas preveem que no ano que vem isso irá se intensificar. Roger Bilham, da Universidade do Colorado, e Rebecca Bendick, da Universidade de Montana (EUA), acreditam no aumento da quantidade de terremotos de grande envergadura como consequência de uma desaceleração da rotação da Terra.
Os estudiosos apresentaram um estudo durante a reunião anual da Sociedade Geológica dos EUA no mês passado. Eles fizeram uma análise dos terremotos de magnitude 7,0 e superiores desde 1900 e afirmaram ao The Guardian que as coisas tendem a piorar.
“No próximo ano, devemos ver um aumento significativo no número de terremotos fortes… Até agora [em 2017] tivemos cerca de seis terremotos fortes, mas poderemos facilmente chegar aos 20 terremotos por ano a partir de 2018.”