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Devocional

Todas as manhãs os colaboradores do IBADEP fazem o período devocional.

REQUERIMENTO DE CERTIFICADO DE CONCLUSÃO

Com conclusão dos estudos do conteúdo programático do curso escolhido, o aluno deverá solicitar ao núcleo o formulário “REQUERIMENTO DE CERTIFICADO DE CONCLUSÃO”, para que possa fazer a solicitação de seu documento de conclusão do curso.

EBI

Com a finalidade de transmitir os conceitos e ensinamentos Bíblicos, a EBI (Escola Bíblica Internacional Ibadepiana), terá como referência o seguinte tema: " A doutrina Assembleiana, com base nas escrituras."

terça-feira, 12 de junho de 2018

Novo livro de Christopher J. H. Wright ensina como pregar e educar com base no Antigo Testamento

Obra revela exemplos práticos, estudo da Lei, dos profetas e dos salmos

Novo livro de Christopher J. H. Wright ensina como pregar e educar com base no Antigo Testamento

O Novo Testamento sempre foi o guia primordial para muitos cristãos que desejam aprender ou ensinar sobre a palavra de Deus. No entanto, Christopher J. H. Wright, Diretor Internacional da Langham Partnership International, entende que, para alcançar um entendimento profundo sobre as escrituras e evitar más interpretações, é necessário compreender o que é dito no Antigo Testamento. A partir dessa perspectiva que nasceu o livro “Como pregar e ensinar com base no Antigo Testamento”.
 A obra, publicada pela Editora Mundo Cristão, mostra que é possível extrair desses textos milenares ensinamentos aplicáveis nos dias de hoje, afinal, Jesus usou essas passagens para viver na terra. O leitor mergulhará em exemplos práticos acerca da Lei, dos profetas, dos salmos e da literatura da sabedoria.
“Necessitamos do Antigo Testamento não só para entender quem foi Jesus (e como ele se via), mas também para compreender por completo o que Cristo realizou”, destaca Wright que compara uma pessoa que só lê o Novo Testamento a um funcionário atrasado que chega no fim de uma reunião e acaba tento grandes chances de tirar conclusões erradas devido não saber de tudo que foi dito.
Como pregar e ensinar com base no Antigo Testamento ainda traz listas de verificação, esboços de sermões e ferramentas de Wright, que é doutor em teologia pela Universidade de Cambridge e um dos mais renomados especialistas em Antigo Testamento da atualidade. Logo, a obra se torna um guia a ser consultado por leigos, estudantes, pregadores e teólogos.

quarta-feira, 2 de maio de 2018

Terceira Escola Bíblica Internacional IBADEPIANA

teologia
Com a finalidade de transmitir os conceitos e ensinamentos Bíblicos, a EBI (Escola Bíblica Internacional Ibadepiana), terá como referência o seguinte tema:

" Música, Adoração, Louvor e a Doutrina Assembleiana."

Você que deseja crescer no conhecimento da palavra de Deus, não perca este grande evento!

A EBI será realizada na Sede Administrativa do IBADEP, em Guaíra-PR


terça-feira, 27 de março de 2018

O RELATIVISMO CULTURAL E A ÉTICA CRISTÃ



A ética é a parte da filosofia que investiga os fundamentos da moral de determinada cultura. Foram os filósofos gregos que começaram a estudar estes fundamentos e classificar alguém como “ético” ou “antiético”.
Na ética de Platão (427–347 a.C.) a fundamentação do certo e o errado estão ligados ao bem-estar da alma. Neste caso o homem cumpre o seu dever, independente das consequências que a obediência pode resultar para si ou para os outros. Em contrapartida, com Aristóteles (384–322 a.C.) surgiu à ética utilitária, ou seja, o correto passa a ser definido a partir das consequências boas ou más que um ato ou uma ação possa produzir. 
Na ética de Platão deve-se sempre fazer o que é certo independente do seu resultado. Já na ética de Aristóteles tudo deve ser feito baseado nas vantagens e desvantagens que determinada ação possa produzir. No primeiro caso os atos morais, mesmo corretos, podem prejudicar a si e o outro. No segundo caso a moral se relativiza, busca não se prejudicar evitando o sofrimento.
A ética cristã, por sua vez, preconiza e orienta a conduta ideal para a retidão do comportamento humano. O fundamento moral da ética cristã são as Escrituras Sagradas cuja revelação e conteúdo não se modificam. Desse modo, a ética cristã não se altera e nem se relativiza. Assim, a ética cristã não pode ser desassociada da moral e dos bons costumes preconizados nas doutrinas bíblicas, custe o que custar e doa a quem doer. 
No entanto, em tempos modernos, o relativismo cultural adota a ética de Aristóteles onde a verdade se adapta e se acomoda a situação, e assim passa a legitimar a máxima que diz “os fins justificam os meios”. Contudo a ética bíblica nos desautoriza a relativizar: “todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convêm; todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas edificam” (1Co 10.23). 





Douglas Roberto de Almeida Baptista 
Presidente CEC - CGADB
Comentarista Lições Bíblicas CPAD

“PASTORES SEGUNDO O CORAÇÃO DE DEUS”


Quando a Igreja nasceu, no Dia de Pentecostes, Deus começou a chamar “pastores” para apascentar os rebanhos de fiéis que se levantariam ao redor do mundo. Os pastores devem ser responsáveis pelo cuidado, direção e ensinamentos que uma congregação recebe. Eles são dons para a igreja (Ef 4.11), líderes necessários que devem ter vidas exemplares. Seu chamado ao ministério é de procedência divina (At 20.28); seu exemplo é Jesus Cristo, e o poder para fazerem esta incrível obra vem do Espirito Santo.
Á medida que os pastores empenham-se em auxiliar os que se acham nas garras do alcoolismo, das drogas, do divórcio e de outras incontáveis tragédias, precisam urgentemente de poder e discernimento do Espírito para ministrar.
A mensagem pentecostal, os dons do Espirito Santo e a pregação do evangelho com sinais e maravilhas são absolutamente importantes para o século XXI.
Precisamos do poder do Espirito Santo para guiar-nos em qualquer esforço que vise libertar e dar direção às pessoas. Há duas razões para isso. A primeira é que, nesta altura da história, as pessoas enfrentam necessidades criticas. As Vicissitudes nos lares e os males da sociedade são talvez maiores do que os de qualquer outra geração. Paralelo a isso está à necessidade de a Igreja Pentecostal satisfazer as atuais demandas e exigências sem, todavia, comprometer a mensagem que lhe confiou o Senhor. Estamos envolvidos nas urgências sociais, mas nossa mensagem não deve tornar-se um evangelho social. Esta geração não pode diluir a mensagem que nos foi entregue. Se a igreja puser em risco suas características pentecostais, frustrará o proposito pelo qual Deus a levantou.
Quando a Escritura diz: “As coisas que o olho não viu, e o ouvido não ouviu, e não subiram ao coração do homem são as que Deus preparou para os que o amam” (1Co 2.9), Deus está falando com a igreja. Precisamos buscar a Deus para saber o que Ele tem reservado para nós e para os nossos ministérios.
Precisamos continuar buscando a presença de Deus, ser cheiro do Espírito Santo, e experimentando tudo o que Deus tem reservado, desta forma precisamos reconhecer a necessidade de termos o coração de Deus; sim! Pastores segundo o coração de Deus.
Este Pastor segundo o coração precisa ser vocacionado.
O apóstolo Paulo tinha consciência de sua chamada: “sou grato para com aquele que me fortaleceu, Cristo Jesus, nosso Senhor, que me considerou fiel, designando-me para o ministério” (1 Tm 1.12). Em primeiro lugar a vocação ministerial.
Todo obreiro deve estar consciente da razão do seu ministério. O exercício da prática pastoral não deve de forma alguma ser motivado por alguma outra coisa que não seja a chamada divina.

Quanto custa nossa vocação:
·        A de Esaú – um prato de lentilhas (Hb 12.16)
·        A de Sansão – uma aventura sexual (Jz 16.4)
·        A de Judas – 30 moedas de prata (Mt 26.14)
·        A de Ananias de Safira – uma parte de terreno (At 5. 1,2)
·        A de Demas – os prazeres do mundo (2 Tm 4.10)
·        A de alguns discípulos – os paradoxos doutrinários (Jo 6.66)
No texto bíblico do primeiro livro de Samuel capitulo 13: 1 – 23 é um exemplo clássico desta identificação divina do que esta no coração de Deus e no coração do homem. “fracassando no teste da fé” é o tema dos versículos 5-14

O teste da fé chega:
a.      Quando o perigo aumenta, 5,6
b.      Quando o medo se instala, 7
c.      Quando o apoio humano falha, 8.

Fracassar no teste da fé resulta em:
a.      Desobediência, 9-10
b.      Desculpas, 11,12
c.      A perda das bênçãos de Deus, 13,14.
   
Um homem que lhe agrada.(I Sm 13:14)  Sem dúvida, essa é uma referência óbvia a Davi por parte de algum autor, que já sabia quem tomaria a posição de Saul. Esta Parte do versículo aponta para a superioridade de Davi sobre Saul. O coração desse homem estaria com Yahweh. Seus motivos íntimos, suas qualidades espirituais eram superiores aos de saul:
1.      Ele daria estrita atenção ás leis de Deus.
2.      Ele seria o rei que realizaria bem sua missão e libertaria Israel sob a direção de Yahweh, pois seu coração estava sintonizado com a vontade e direção divina.
3.      Ele não violaria ou alteraria a constituição de Israel, mas, antes, levaria o culto divino a Jerusalém, sua capital.
4.      Ele realizaria todo o seu ministério público em consonância com os ditames de Yahweh, ainda que em sua vida pessoal houvesse falhas graves. Embora cometesse horrendos lapsos morais na esfera da vida privada, como rei ele estabeleceria um exemplo para todos.

Este homem segundo o coração de Deus precisa:
Ter prioridades
Manter as prioridades em sua devida ordem é um dos maiores desafios que o pastor enfrenta. As muitas ocupações do pastorado constantemente pressionam os ministros a comprometer a oração, a vida devocional, a família e, às vezes, até o padrão moral exigido pela Palavra de Deus.

As Prioridades do ministro do Evangelho devem estar nesta ordem:
1.      Seu relacionamento com o Senhor – Salmos 5.3
2.      Sua esposa e filhos – I Tm 3.5
3.      Seu ministério e trabalho – Tm e Tt
Juntamente com essas prioridades pessoais, há prioridades ministeriais secundárias igualmente muito importantes. Os ministros devem observar estes fundamentos:
·        Dê amplo tempo para a pregação da Palavra de Deus. Atos 6.4, 2Tm 3.16,17
·        Qualquer coisa permanente na igreja virá pela oração (e jejum)
·        A igreja deve estar envolvida em evangelismo
·        A igreja deve estar envolvida em missões nacionais e estrangeiras.
·        Cada igreja deve ter um programa de discipulado
·        Treine e envolva os crentes leigos na obra do ministério
Este homem segundo o coração de Deus precisa:
Prestar contas
1.      Jr 17.9 e Gl 6. 3,4
2.      1Pe 5.8

Este homem segundo coração de Deus precisa:
Perguntar?
1.      Descreva os momentos em que você se ocupa com a Palavra e o que está aprendendo. Com que frequência você fica sozinho com Deus durante a semana? Por quanto tempo? Isso satisfaz suas expectativas e esperanças?
2.      Descreva sua vida de oração no que se refere a tempo, regularidade, escopo de oração e percepção da presença de Deus enquanto ora. Você vive na presença de Deus?
3.      Quanto tempo você gasta com a leitura da Bíblia ou textos relacionados
4.      Seu dizimo do tempo?
5.      Que metas espirituais você tem para a sua família? Em que ponto você se encontra para abbtingi-las.

Este homem segundo o coração de Deus precisa:
Ter a vida devocional em dia
O pastor, como aquele que se espere que ministre aos outros, deve em primeiro lugar e antes de tudo ser ministrado por Deus. A vida devocional particular do ministro, o tempo gasto com Deus, determinará a verdadeira altura e profundidade de seu ministério.
Meta admirável para o pastor é receber identificação semelhante á de Pedro e João em Atos 4.13. As multidões maravilhavam-se da ousadia desses homens indoutos e sem cultura, pois “tinham conhecimento de que eles haviam estado  com Jesus”. Esses líderes espirituais tinham passado tempo com Deus e o demonstravam.

“A palavra “devoção” é definida por vocábulo como “consagração”,” dedicação íntima” e “zelo”
·        Uma atenção solene ao Ser Supremo na adoração
·        Uma rendição do coração e das afeições a Deus, com reverência, fé e piedade, nos deveres religiosos, particularmente para o pastor, devoção significa concentração diária nas Escrituras e na oração.
Devoção Pastoral ao estilo do Salmo 42.

Conclusão
Devemos orar para que aumente o nosso anseio pela presença de Deus, que nosso desejo pela plena manifestação do Espírito Santo, cresça e que se aprofunde a nossa paixão pela plenitude do reino de Cristo e sua justiça, até clamarmos por Ele de dia e de noite, com sede sincera, “assim como cervo brama pelas correntes das águas”. Assim, o alvo será alcançado “Pastor segundo o coração de Deus”.



Em Cristo.
Vosso servo
Pastor Luiz Cezar Mariano
“Ore pelo Rio de Janeiro”






Notas Bibliográficas
Champlin,R.N. o antigo testamento interpretado Versículo por Versículo. CPAD.
BEACON Comentário Bíblico – CPAD.
Gonçalves, José – As ovelhas também Gemem – CPAD.
Bíblia de Estudo Pentecostal – CPAD.

segunda-feira, 26 de março de 2018

“Sacrifício da Páscoa” será feito no Monte do Templo



Instituto do Templo recebe autorização para realizar ritual judaico em Jerusalém



Sacrifício do cordeiro Pascoal.
Sacrifício do cordeiro Pascoal.

A polícia israelense autorizou a cerimônia judaica envolvendo o abate de um cordeiro pascal a menos de 100 metros do local onde ficava o Templo. Os ativistas do Instituto do Templo vêm fazendo o sacrifício há mais de dez anos em Jerusalém, mas nunca haviam recebido permissão para fazê-lo na entrada do local mais sagrado do judaísmo.
Em 2015, a morte do cordeiro pascal foi realizada no pátio de uma escola, no bairro de Kiryat Moshe, a cerca de quatro quilômetros do Monte do Templo. No ano seguinte, a cerimônia aconteceu no Monte das Oliveiras, distando 1,5 km do Monte do Templo. No ano passado, foi realizada na praça da sinagoga Hurva, no bairro judeu da Cidade Velha, a cerca de 400 metros do Monte.
Este ano a cerimônia está programada para ocorrer na entrada do Davidson Center, no Parque Arqueológico de Jerusalém, localizado ao lado do Muro das Lamentações. A expectativa é que o sacrifício ritual do cordeiro atraia centenas de pessoas. Após ele ser morto, seu sangue será derramado por sacerdotes junto a um altar e sua carne será queimada, obedecendo o que diz a lei de Moisés (Torá).
De acordo com os representantes do Instituto do Templo, que luta pela construção do Terceiro Templo, o sacrifício da Páscoa é o mais importante da Torá. No entanto, deixam claro que a cerimônia não é a mesma estabelecida na lei religiosa, que só poderia ser celebrada no Monte do Templo na véspera da Páscoa.
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Sacrificio do cordeiro pascoal - Instituto do Templo (2)
O evento será no dia 10 de [o mês hebraico da] Nissan, que este ano cai em 26 de março. São esperadas a presença de personalidades religiosas e políticas, como o Rabino Chefe de Jerusalém, Aryeh Stern.
“Estamos tentando fazer todo o possível para cumprir o mandamento do sacrifício da Páscoa em nosso local sagrado. Tudo que fazemos são exercícios de preparação para o que será necessário no novo templo”, disse um comunicado dos organizadores. Com informações Israel Today
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