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Devocional

Todas as manhãs os colaboradores do IBADEP fazem o período devocional.

REQUERIMENTO DE CERTIFICADO DE CONCLUSÃO

Com conclusão dos estudos do conteúdo programático do curso escolhido, o aluno deverá solicitar ao núcleo o formulário “REQUERIMENTO DE CERTIFICADO DE CONCLUSÃO”, para que possa fazer a solicitação de seu documento de conclusão do curso.

EBI

Com a finalidade de transmitir os conceitos e ensinamentos Bíblicos, a EBI (Escola Bíblica Internacional Ibadepiana), terá como referência o seguinte tema: " A doutrina Assembleiana, com base nas escrituras."

terça-feira, 16 de janeiro de 2018

2018 é eleito o ano da Bíblia Sagrada e terá diversos eventos.



2018 é eleito o ano da Bíblia Sagrada e terá diversos eventos

Com o objetivo de destacar a Bíblia Sagrada, 2018 foi instituído O Ano da Bíblia no Brasil. O projeto foi lançado em 10 de dezembro de 2017, no Museu da Bíblia, em Barueri (SP), pela Sociedade Bíblica do Brasil (SBB), cujo foco é promover o maior best seller de todos os tempos, e também comemorar seus 70 anos, que serão completados em 10 de junho.
Essa iniciativa, que está em sua segunda edição depois de 2008, contará com diversas festividades que serão divulgadas ao longo desse ano. Sendo que todas vão ser organizadas pelo Comitê Nacional de Referência, formado por cerca de 2.000 líderes, e também por comitês estaduais.
“Nós esperamos que a Bíblia seja mais lida e mais estudada. Seguir um bom programa de leitura da Bíblia é fundamental para manter uma igreja fiel, motivada e para que ela abra as portas para as pessoas que ainda não têm acesso à Palavra de Deus”, relatou o gerente de Desenvolvimento Institucional da SBB e coordenador nacional da campanha, Mário Rost, ao apresentar o 2º Ano da Bíblia no Brasil.
A SBB conseguiu adiantar que terá uma programação especial durante eventos tradicionais como o Fórum de Ciências Bíblicas, que chegará à 14ª edição em 2018, e também nos Seminários de Ciências Bíblicas, promovidos pela entidade.
Outra proposta para agitar os brasileiros a favor da bíblia acontecerá através de uma exposição sobre o tema com peças do Museu da Bíblia (MuBi) que percorrerá vários pontos do País, a partir de fevereiro, incluindo o espaço cultural da SBB, em Barueri (SP).
“Queremos ampliar a divulgação e o conhecimento das Escrituras Sagradas no Brasil”, ressalta Erní Seibert, secretário de Comunicação, Ação Social e Arrecadação da SBB.
Ainda em 2018 ocorre o lançamento da Nova Almeida Atualizada, revisão da consagrada tradução Revista e Atualizada. Sem contar que a SBB promoverá a transcrição do Novo Testamento, Salmos e Provérbios em linguagem web, para o público jovem ser atingido com mais facilidade.
Para compor a grade de ações as igrejas serão convidadas a realizar maratonas de leitura, ciclos de palestras sobre o Livro Sagrado, cultos especiais, exposições, festivais de música, passeios ciclísticos, carreatas e muito mais.
A SBB, idealizadora do projeto, é uma entidade beneficente de assistência social, de finalidade filantrópica, educativa e cultural, cujo objetivo é traduzir, produzir e distribuir a Bíblia Sagrada. Sua abrangência está presente em 147 países, pois faz parte de uma organização mundial, as Sociedades Bíblicas Unidas.

segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Assembleias de Deus no AM batizam mais de 12 mil pessoas no mesmo dia.


Denominação formou 800 novos teólogos este ano


ADs no AM batizam mais de 12 mil pessoas

A Igreja Evangélica Assembleia de Deus no Amazonas (IEADAM) está comemorando 100 anos esta semana. Como parte das festividades, ocorreu nesta sexta-feira (8), no rio Negro, em Manaus, o “batismo centenário”.
Milhares de pessoas foram batizadas nesse evento que é tradicional da denominação no estado.  Esta foi a 17a edição do “Batismo na Praia da Ponta Negra” e em todos os 61 municípios do Amazonas. A denominação possui 1.176 congregações no Amazonas.
Segundo o pastor Raimundo Chagas, que coordenou o evento, 450 pastores estiveram envolvidos, além do presidente da denominação no estado, Jonatas Câmara. “Só hoje batizamos 7.420 pessoas, mais o interior do estado somamos 12 mil novos membros da IEADAM. Esses novos participantes são aqueles que tomaram a decisão de aceitar a Jesus como Salvador. Tinham vidas sem esperança e, após a palavra, decidiram servir a Cristo. Eles passam por um período de orientação durante três meses, antes do batismo nas águas”, explica o líder religioso.
Uma estrutura foi montada na praia para organizar os fiéis participantes em filas para todos realizarem o batismo, com uma balsa no meio do rio Negro. O pastor Chagas comemorou a celebração realizada para marcar o centenário da igreja. “Essa igreja nasceu às margens do rio negro. Nossos pioneiros ganharam vidas para Jesus. Foi através desse exemplo que podemos ver nossa comunidade querer estar mais junto de Deus. É muito bonito ver as famílias, jovens e crianças, com a certeza que optaram pelo caminho da salvação”, assegura.
jornal A Crítica relata que a maioria dos fiéis que se batizaram são jovens entre 14 e 25 anos.
Uma delas foi Emmanuele da Silva, que tem apenas 12 anos. Essa é a idade mínima para ser membro batizado da IEADAM. A menina aguardava ansiosa pela cerimônia. “É algo emocionante e diferente. É a nossa morte mundana, é quando deixamos todos os nossos erros de lado começamos a viver para Cristo e o Espírito Santo dele começa a viver em nós por completo”, testemunha.
Além do batismo, a sede da igreja está realizando esta semana cultos especiais, que contam com apresentações de cantores gospel regionais, bem como a cantora Ana Paula Valadão e Ozeias de Paula.

Maior formatura de teologia do Brasil

Também fez parte das comemorações do centenário da Assembleia de Deus no Amazonas a maior formatura do Brasil em ciências teológicas. Foram com 800 alunos na conclusão da graduação da Faculdade Boas Novas, esta semana.
Para o reitor da instituição, pastor Jonatas Câmara, a faculdade está realizando um de seus principais objetivos, que é a formação de novos obreiros e pastores. Com informações Em Tempo

quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

‘O mundo mudou, mas Deus não’, disse Magno Malta sobre casamento gay

O senador classificou o projeto como inconstitucional
O senador classificou o projeto como inconstitucional
O projeto que trata do reconhecimento legal da união estável entre pessoas do mesmo sexo (PLS 612/2011) teve, nesta terça-feira (5), a votação adiada no Plenário do Senado por falta de quórum. O projeto chegou a ser colocado em votação, mas o senador Magno Malta (PR-ES), contrário à matéria, pediu verificação de quórum – que não atingiu o mínimo necessário de 41 senadores presentes.
Para o senador Magno Malta, “o projeto de lei que reconhece a união estável entre pessoas do mesmo sexo, não pode ser visto como picuinha entre evangélicos e gays. Muito pelo contrário, o ex-presidente do Supremo Tribunal Federal, Ministro Joaquim Barbosa, legislou e oficiou os cartórios a fazerem o casamento gay. Por isso o argumento, de votar no projeto já que o casamento existe, é uma falácia. A Constituição Federal reconhece o casamento de homem com mulher. Temos que respeitar, mesmo sabendo que o mundo mudou, mas Deus não mudou”, disse Magno Malta em plenário, nesta terça-feira.
Em seu relatório na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), o senador Roberto Requião (PMDB-PR) lembrou a decisão de 2011 do Supremo Tribunal Federal (STF) que reconhece o direito à formalização da união entre casais homossexuais. Ele observou, no entanto, que é responsabilidade do Legislativo adequar a lei em vigor ao entendimento consagrado pelo STF.
Marta Suplicy disse que o projeto é “uma consolidação do que já existe”. A senadora classificou a decisão do Supremo como um passo significativo da Justiça, como uma forma de proteção da lei. Ela também lembrou que em 2013, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) estabeleceu uma resolução sobre a celebração de casamento civil e sobre a conversão de união estável em casamento, entre pessoas de mesmo sexo.
Já o senador Magno Malta classificou o projeto como inconstitucional e criticou a postura do CNJ, que teria legislado sem competência legal. Ele negou ser “fundamentalista”, disse respeitar as posições contrárias e lembrou que o Brasil é majoritariamente cristão e católico.
Fonte: Verdade Gospel

quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

Outra drag queen, outra escola, mesma ideologia de gênero.

Outra drag queen, outra escola, mesma ideologia de gênero

Não é a primeira denúncia do tipo. O youtuber Rafael Silva Oliveira, mais conhecido como Rafinha BK, publicou um vídeo gravado no Colégio Municipal Pelotense, em Pelotas (RS).
Nele, fica claro a doutrinação ideológica dos alunos durante o “3º Encontro Sobre Gênero, Diversidade e Educação”, que fazia parte da Semana da Diversidade, organizada pela prefeitura municipal, e focada no ensino da ideologia de gênero.
Realizado durante o horário normal de aula, os estudantes disseram ao youtuber que foram obrigados a comparecer às palestras. Quem não participassem do evento, “ganhava falta”. Os assuntos abordados também seriam cobrados em um trabalho no final do bimestre. “Um deles me contou que a palestra iria compor a nota de Educação Física”, explica Rafinha.
Em entrevista à Gazeta do Povo, o autor das filmagens conta que “A palestra teve uma apresentação sensual, uma performance de duas mulheres e um rapaz, que ficavam se retorcendo no palco”.
“Em outra palestra, uma mulher disse ter o sexo imposto pelo médico quando nasceu e que no decorrer da vida foi se descobrindo homem. As informações apresentadas não tinham base científica alguma, eram só teses. O objetivo era doutrinar na questão de gênero. Uma drag queen também deu uma palestra, defendendo ‘direitos humanos’ e inclusive atacando o deputado Bolsonaro”, acrescentou.
No vídeo o diretor do colégio, Arthur da Silva Katrein, nega a obrigatoriedade de participação no evento. “Com certeza não. Nenhum aluno foi obrigado a vir”, insiste. Após a divulgação do vídeo, alguns alunos disseram que não foram obrigados a comparecer, mas Rafinha explica que eles eram parte da militância que organizou a apresentação.
“Vários relatos colhidos na hora mostram que quem não fosse iria para a direção”, reitera o youtuber.
A apresentação no Rio Grande do Sul repete situação semelhante à da Bahia onde uma drag queen fez uma performance no Colégio Estadual Odorico Tavares, em Salvador (BA) onde dançou e foi se despindo até ficar com apenas um collant e um espécie de biquíni. Sua dança sensual diante dos alunos foi filmada e postada nas redes sociais.
Os dois casos levantam o debate sobre os limites na erotização de crianças no Brasil, ao mesmo tempo que o Ministério da Educação divulga a nova Base Nacional Comum Curricular, tentando tirar o tema ideologia de gênero, incluída no programa pelo governo do Partido dos Trabalhadores.
Assista o youtuber:

quarta-feira, 29 de novembro de 2017

STF nega pedido de aborto e manobra do PSOL cai por terra.


Partido usou situação de vulnerabilidade de uma mulher para criar “brecha jurídica”


STF nega aborto e manobra do PSOL cai por terra

Na última semana, o pedido de Rebeca Mendes Silva Leite solicitando autorização para abortar chegou ao Supremo Tribunal Federal (STF). Aos 30 anos e com dois filhos, a mulher alegava que tem um salário de R$ 1.250, e passava por sérios problemas financeiro.
Ela gravou um vídeo com um desabafo para a ministra Rosa Weber, relatora da ação pedindo a descriminalização da prática, impetrada pelo PSOL.
Todo o arranjo pareceu ser uma manobra do partido, que tenta junto ao Supremo a descriminalização da interrupção da gestação no Brasil até a 12ª semana. Junto com o pedido de Rebeca, o PSOL pedia também uma liminar, que estenderia os efeitos dessa decisão a todas as grávidas. Ou seja, tentava legalizar o aborto, alterando judicialmente o que é previsto em lei.
Insistindo que os filhos são dependentes dela, o pedido encaminhado ao STF argumenta que Rebeca “jamais cogitaria violar a lei ou arriscar sua própria vida para interromper a gestação”.
O argumento da legenda socialista é que negar a Rebeca o direito ao aborto seria equivalente à tortura, por que imporia tanto sofrimento quanto risco à sua saúde física, mental e social.
Nesta terça (28), Rosa Weber negou todos os pedidos.
Em 8 de março deste ano, Dia Internacional da Mulher, o PSOL encaminhou uma ação em favor da liberação do aborto. A base do seu argumento era um estudo financiado pelo Ministério da Saúde, mostrando que cerca de 330 mil mulheres brasileiras já fizeram aborto.
Os números são bem diferentes dos usados pelo deputado federal Jean Wyllys (PSOL/RJ) que publicamente insiste que chega a um milhão.
Além da negativa do STF, tanto a Advocacia-Geral da União (AGU) quanto a Câmara dos Deputados manifestaram-se contra a ação do PSOL, argumentando que o pedido de liberação do aborto até a 12ª semana deve ser negado pelo STF por se tratar de um assunto de competência do Congresso.
O Senado, por sua vez, limitou-se a dizer que o tema está “sendo tradado no Legislativo”. A Procuradoria-Geral da República (PGR) não se manifestou sobre o caso.

Especialistas opinam

Angela Martins, doutora em Filosofia do Direito e professora visitante de Harvard. Em entrevista à Gazeta do Povo explicou que “os autores da ação utilizam uma situação de fragilidade humana para poder continuar questionando o assunto e colocar o STF na parede para uma sentença pontual”.
Ela lembra que “hoje existe a curadoria de nascituros, por meio do Estado e de outras ONGs, nacionais e internacionais, entidades religiosas e outras que recebem essas crianças para adoção; matar nunca é meio de combater qualquer mal e, por outro lado, não seria condizente com a nossa Constituição que protege a vida de modo incondicional”.
Já Regina Beatriz Tavares, Presidente da Associação de Direito de Família e das Sucessões (ADFAS), doutora em Direito Civil pela USP, acredita que a opção do PSOL em tentar abrir uma brecha jurídica no STF é por que o Supremo tem assumido um protagonismo permissivo, que contraria os desejos da maioria da população, acionado por ativistas.
Flávio Henrique Santos, presidente da ADFAS de Pernambuco, acredita que essa manobra do PSOL junto ao STF representa um risco para o resto da população.
“Nesse caso, haveria ainda mais uma pergunta a ser feita: o estado de pobreza e miserabilidade pode autorizar o estado a matar pessoas? Essas deficiências econômicas poderiam, por exemplo, justificar higienizar a sociedade, aprovar genocídios porque as pessoas não conseguem sobreviver? Pelo contrário, não seria mais adequado impulsionar o Estado a colocar ações profundas de mudança econômica para que a sociedade tenha uma vida digna? Está havendo uma grande inversão de valores; uma vida inocente não pode ser ceifada por argumentos tão desprovidos de fundamento”.