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Devocional

Todas as manhãs os colaboradores do IBADEP fazem o período devocional.

REQUERIMENTO DE CERTIFICADO DE CONCLUSÃO

Com conclusão dos estudos do conteúdo programático do curso escolhido, o aluno deverá solicitar ao núcleo o formulário “REQUERIMENTO DE CERTIFICADO DE CONCLUSÃO”, para que possa fazer a solicitação de seu documento de conclusão do curso.

EBI

Com a finalidade de transmitir os conceitos e ensinamentos Bíblicos, a EBI (Escola Bíblica Internacional Ibadepiana), terá como referência o seguinte tema: " A doutrina Assembleiana, com base nas escrituras."

segunda-feira, 9 de abril de 2018

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sexta-feira, 6 de abril de 2018

PAULO E O EAD EM CORINTO



INTRODUÇÃO
O apóstolo Paulo proporcionou ainda que distante, uma forma de comunicação efetiva com as igrejas, supervisionada pela tutoria constante e monitorada desenvolvidas por seus discípulo e ajudantes, como o exemplo do fiel amigo Timóteo, que foi um importante agente para que ao desenvolvimento da metodologia atingisse o objetivo necessário.O processo essencial desenvolvido pelas cartas de Paulo registra um momento ímpar na história do ensino a distância no mundo.

COMUNIDADE DE CORINTO

A cidade de Corinto era uma grande metrópole da antiguidade grega cercada por dois portos de Cencréia e de Lacaeum, que após ser reconstruída pelo Imperador Julio Cesar em 44 a.C conforme diz Simon J. Kistemaker (2003, p. 17)“a cidade prosperou como um importante centro comercial que atraiu pessoas de varias partes do mundo”.
Sua comunidade era muito eclética, pois consistia em uma cultura muito rica e diversificada, como lembra Leon Morris (1986, p.12)
Quando o Apóstolo Paulo esteve presente na cidade, na sua segunda viagem missionária, este liderou uma comunidade de pessoas que aderiram para fé cristã, “ele permaneceu em corinto cerda de dezoito meses”(MORRIS, 1986, p.14).
Hale(1983) relata que Corinto foi um lugar importante no desenvolvimento da metodologia que iria alicerçar e proporcionar o ensino Paulino

Foram de Corinto que Paulo escreveu as duas cartas à igreja de Tessalônica (na Macedônia). Depois de dezoito meses em Corinto, Paulo foi acusado por judeus descrentes perante Gálio, o novo procônsul romano. Gálio chegou a Corinto por volta de 51 d.C, para assumir suas funções. Paulo foi inocentado das acusações trazidas contra ele e, após passar um pouco mais de tempo em Corinto, viajou, via Éfeso e Jerusalém, para Antioquia da Síria, chegando à primavera de 52 d.C. (HALE, 1983, p, 147).

Continua o autor relatando que logo teve que seguir viagem indo para outras cidades do Império Romano, isso fez com que a recente comunidade religiosa presente em Corinto tivesse vários problemas, relacionados com a educação religiosa que se iniciara na visita de Paulo, tornando necessária que as correspondias de Paulo alcançassem também esta comunidade, respondendo aos questionamentos que foram levantados.

PAULO E O ENSINO A DISTÂNCIA

Paulo usou as ferramentas que obinha em sua época a correspondência para proporcionar e garantir a educação cristã para as comunidades das igrejas, a metodologia usada por Paulo fez com que mesmo sem a presença física do apóstolo o conhecimento alcançasse a ênfase proposta por seu emissor. Essa nova metodologia provocou uma diferença profunda no relacionamento entre as comunidades e osapóstolos, o que proporcionou ao crescimento do cristianismo uma estrutura nova, ainda que os seus receptores estivessem longe, recebiam ainformação“por meio de cartas, emissários (Timóteo e Tito) e visitas pessoais”(KISTEMAKER, 2003, p. 39).
Terezinha Saraiva publicou um artigo no livro de Carmem Maia(2000) onde lembra que a essa metodologia também foi importante para o desenvolvimento do EAD.

Inicialmente na Grécia e, depois, em Roma, existia uma rede de comunicação que permitia o desenvolvimento significativo da correspondência.Às cartas comunicando informações sobre o quotidiano pessoal e coletivo juntam-se as que transmitiam informações científicas e aquelas que, intencional e deliberadamente, destinavam-se à instrução. Esse epistolário greco-romano vai se manifestar no Cristianismo nascente e, atravessando os séculos, adquire especial desenvolvimento nos períodos do Humanismo e do Iluminismo. (MAIA, 2000, p.17).

Isso ressalta o contexto da época do século I, e a importâncias das cartas de Paulo que começaram a partir de Corinto, e que proporcionaram uma rede de comunicação capaz de fundamentar uma base de sistema de EAD na atualidade, que se desenvolveu acima de tudo, com vários exemplos da antiguidade, assim como Paulo outros com Pedro, Platão, etc. tinham o habito de relacionar com seus alunos através de cartas e escritos, tornando assim possível uma metodologia de educação por correspondência.
O processo de aprendizagem desenvolvido por Paulo, deu-se através do formato de leitura/escrita, o costume das comunidades consistia sobretudo em ler as cartas, durante as reuniões para que todos os participantes obtecem o conhecimento do assunto, durante os primeiros anos do desenvolvimento do cristianismo, as comunidades também compartilhavam entre si os escritos, o que fez com que a mesma informação torna-se conhecida por um grande numero de pessoas, sobre tudo também o trabalho dos escribas, que eram pessoas que tinham o oficio de copiar as cartas, reproduzindo o conteúdo e levando para lugares diferentes, esse trabalho que Paulo também recomendou a comunidade de Colossos,  “E, quando esta epístola tiver sido lida entre vós, fazei que também o seja na igreja dos laodicenses; e a que veio de Laodicéia, lede-a vós também. (BÍBLIA, N.T. Colosenses 4:16), isso evidencia o costume no qual era submetido a cada carta, as comunidade pelas quais Paulo passou compartilhavam os escritos, assim o que Paulo direcionou a uma comunidade também foi compartilhado, esse processo de ensino ajudou a dar consistência ao cristianismo, e desenvolver um ensino uniforme, com os mesmos princípios, simbólicos e vivencias, tudo isso como fruto de aprendizado das leituras, e reflexões sobre o que Paulo escreveu.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Paulo assim se tornou um expoente para com o ensino a distancia, pois este proporcionou com que a modalidade de ensino, através das correspondências que levavam o conhecimento, chegassem até os seus discípulos e alunos, se perpetuassem até os dias atuais, o cristianismo ainda experimenta a influencia dos ensino de Paulo, que são também considerados como primordiais para a religião cristã, todas as 13 cartas que permaneceram até os dias atuais, tiveram grande impacto nas comunidade que foram endereçadas, a historia do cristianismo mostra, essa progressão que foi proporcionada pelos escritos de Paulo, o que leva a pensar que sem esses escritos, a força do cristianismo, poderia ser bem diferente sem a presença dessas correspondências.
Nos dias atuais o ensino a distancia, é o que mais tem procura por parte da sociedade, pois devido a versatilidade com que podem ser desenvolvidos os conteúdos, torna-se mais acessível para com o aluno, que não precisa ter um contato frequente e ingessado em um horário maçante, com o seu professor, a modalidade a distancia ou por correspondência, faz com que o aluno possa, programar os dias e os horários das aulas, e assim contemplar o conhecimento adequado, em suma tudo isso, são processos que possivelmente Paulo tinha em mente, na redação de cada correspondência, endereçada as comunidades dos primeiros alunos e discípulos. 


REFERÊNCIAS


BÍBLIA. Português. Bíblia Sagrada. Almeida revista e atualizada. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1993.

HALE, BROADUS DAVID. Introdução ao estudo do Novo Testamento. Tradução de Cláudio Vital de Souza. Rio de Janeiro, Junta de Educação Religiosa e Publicações. 1983.

KISTEMAKER. Simon J. Comentário do Novo Testamento – Exposição da Primeira Epístola aos Coríntios. Tradução Helen Hope Gordon Silva. São Paulo, Editora Cultura Cristã. 2003.

MACARTHUR. John. 1      Coríntios: estudos bíblicos de John Macarthur; tradução de Heloisa Cavallari._São Paulo: Cultura Cristã, 2011. 

MAIA, Carmem. ead. br: educação à distância no Brasil na era da Internet. Editora Anhembi Morumbi, 2000.

MORRIS. Leon. 1 Coríntios Introdução e Comentário. Tradução Odayr Olivetti. São Paulo. Educação Cultura Cristã. 1986

TERRA, Marcia de Lima Elias. História da Educação / Biblioteca Universitaria Pearson. – São Paulo : Pearson Education do Brasil, 2014.



VICENTE. Daniel. Bolsista Capes. Mestre em Teologia na Pontifícia Universidade Católica do Paraná, PUC-PR, Especialista em Metodologia de Filosofia e Sociologia pela Faculdade São Braz, Especialista em Educação a Distância pela Faculdade São Braz, FSB, Bacharel em Teologia pela Faculdade Cristã de Curitiba, FCC.

danielvicente1984@gmail.com

terça-feira, 27 de março de 2018

SINAL, SABEDORIA E O CRISTO CRUCIFICADO.

  
“Porque os judeus pedem sinal, e os gregos buscam sabedoria; Mas nós pregamos a Cristo crucificado, que é escândalo para os judeus, e loucura para os gregos”.(1Co 1.22,23)


Estamos vivendo uma época de muitas distorções bíblicas, malabarismos teológicos e pirotecnias religiosas. Vemos, deste de pessoas humildes sem muito conhecimento bíblico ilaqueados pelos sofismas dos falsos profetas, a homens cheios de “sabedoria humana” que se apoiam em seus títulos e certificados para conduzirem o rebanho do Senhor.

Muitos estão à procura de um “movimento, mas sem o verdadeiro avivamento”, entretanto, outros estão em busca da sabedoria a qualquer custo sem a unção do Espirito Santo. Isto nada mais é do que a prática do texto em tela, pessoas que vivem nas extremidades do cristianismo.

Perceba o que diz o texto, uns pedem sinal (Judeus), querem somente o movimento; espiritualizam tudo; rejeitam a sabedoria e o conhecimento bíblico com se isso fosse do diabo; vivem atrás de profetadas; vivem trocando de igreja procurando um “movimento maior”; amam serem manipulados pelos falsos profetas; dão uma imensa labuta para seus pastores por serem revoltosos; assim agem as pessoas que estão à procura de sinal.

Estes vivem na primeira extremidade do cristianismo, a do fanatismo pentecostal, àquela que se eu souber demais sou crente de menos. Então por isso, andam atrás de visões (Cl 2.18), em uma pseudo santidade exterior, não querem estudar a Palavra de Deus, vivem dentro de uma superstição espiritual medonha, um verdadeiro crente místico.

Este tipo de crente que pede sinal é do tipo que vê bola de fogo na igreja, que pede em sua oração que serafins venham na igreja enquanto ele prega, pensa que para ser pentecostal de verdade precisa pular, rodar, gritar, estrebuchar no chão e assim vai... esses são os que pedem sinal.   

Estes são os da extrema esquerda, partidaristas, defensores dos falsos profetas, muitos indoutos quanto à Palavra de Deus e por isso levados por qualquer vento de doutrina, sem um fundamento sólido, casas construídas na areia.   

Entretanto, existem os que buscam sabedoria (gregos), os que vivem na outra extremidade do evangelho, a do fanatismo filosófico, àqueles que sabem demais, mas são crentes de menos. Esses são os doutores, filósofos e PHD’s que colocaram o Espirito Santo dentro de uma caixa de sapato e O puseram no canto da igreja, isolado e sem ação dentro da mesma; esses são os gregos em busca o conhecimento a qualquer custo e com isso anulam a ação do Espírito Santo.

Enquanto isso a igreja como organização vai minguando, porque uns querem sinal e vivem em uma ponta do evangelho, outros buscam sabedoria esquecendo-se que sem o Espirito Santo são latas vazias e vivem na outra ponta.

Estes são os da extrema direita, doutores quanto a seus conhecimentos, pobres quanto à graça de Deus em suas vidas; visionários quanto a seu auto enriquecimento, cegos quanto à visão de Deus para a igreja; alegres quanto à sua capacidade filosófica, infelizes quanto à sua salvação em Cristo; membros da igreja de Laodicéia, mornos que estão prestes a serem vomitados (Ap 3.14-19).

Mas existem ainda os que querem fazer como Paulo, que viveu e pregou o Cristo crucificado que representa a centralidade de tudo: do evangelho, vida, salvação, amor, esperança, fé. A Cruz de Cristo é a expressão máxima do centro. Quem anda e vive sob a cruz de Cristo não anda nas extremidades em incongruência com o evangelho, mas anda em equilíbrio com o evangelho e a Palavra de Deus.

Quem têm a Cristo crucificado como sua mensagem peculiar, este é abençoado pelo Jesus que foi crucificado no meio (Mc 15.27) e que habita no meio do seu povo (Mt 18.20).

Quem compreendeu a mensagem do Cristo crucificado, compreendeu a mensagem do evangelho, porém quem não compreendeu isso ainda vive a si enganar e enganar os outros com filosofias vãs, legalismos religiosos e misticismos espirituais.

Vivendo e analisando o Cristo crucificado podemos sim: ser pentecostais e conhecedores da Palavra ao mesmo tempo. O que precisamos é escolher e andar no centro de tudo através da Cruz de Cristo, pois só através dEle e da mensagem da cruz é que seremos equilibrados e centrados em nossa vida cristã.

Não seja um judeu que pede sinal e nem um grego que só busca sabedoria, seja um crente equilibrado como Paulo que vive e pregua o Cristo crucificado. A Cruz de Cristo uni a unção (sinal) com o conhecimento (sabedoria) e com isso nos tornaremos crentes equilibrados para Gloria do Senhor Jesus.






Pr Alexandre Pitante
Professor EAD IBADEP


O RELATIVISMO CULTURAL E A ÉTICA CRISTÃ



A ética é a parte da filosofia que investiga os fundamentos da moral de determinada cultura. Foram os filósofos gregos que começaram a estudar estes fundamentos e classificar alguém como “ético” ou “antiético”.
Na ética de Platão (427–347 a.C.) a fundamentação do certo e o errado estão ligados ao bem-estar da alma. Neste caso o homem cumpre o seu dever, independente das consequências que a obediência pode resultar para si ou para os outros. Em contrapartida, com Aristóteles (384–322 a.C.) surgiu à ética utilitária, ou seja, o correto passa a ser definido a partir das consequências boas ou más que um ato ou uma ação possa produzir. 
Na ética de Platão deve-se sempre fazer o que é certo independente do seu resultado. Já na ética de Aristóteles tudo deve ser feito baseado nas vantagens e desvantagens que determinada ação possa produzir. No primeiro caso os atos morais, mesmo corretos, podem prejudicar a si e o outro. No segundo caso a moral se relativiza, busca não se prejudicar evitando o sofrimento.
A ética cristã, por sua vez, preconiza e orienta a conduta ideal para a retidão do comportamento humano. O fundamento moral da ética cristã são as Escrituras Sagradas cuja revelação e conteúdo não se modificam. Desse modo, a ética cristã não se altera e nem se relativiza. Assim, a ética cristã não pode ser desassociada da moral e dos bons costumes preconizados nas doutrinas bíblicas, custe o que custar e doa a quem doer. 
No entanto, em tempos modernos, o relativismo cultural adota a ética de Aristóteles onde a verdade se adapta e se acomoda a situação, e assim passa a legitimar a máxima que diz “os fins justificam os meios”. Contudo a ética bíblica nos desautoriza a relativizar: “todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convêm; todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas edificam” (1Co 10.23). 





Douglas Roberto de Almeida Baptista 
Presidente CEC - CGADB
Comentarista Lições Bíblicas CPAD

“PASTORES SEGUNDO O CORAÇÃO DE DEUS”


Quando a Igreja nasceu, no Dia de Pentecostes, Deus começou a chamar “pastores” para apascentar os rebanhos de fiéis que se levantariam ao redor do mundo. Os pastores devem ser responsáveis pelo cuidado, direção e ensinamentos que uma congregação recebe. Eles são dons para a igreja (Ef 4.11), líderes necessários que devem ter vidas exemplares. Seu chamado ao ministério é de procedência divina (At 20.28); seu exemplo é Jesus Cristo, e o poder para fazerem esta incrível obra vem do Espirito Santo.
Á medida que os pastores empenham-se em auxiliar os que se acham nas garras do alcoolismo, das drogas, do divórcio e de outras incontáveis tragédias, precisam urgentemente de poder e discernimento do Espírito para ministrar.
A mensagem pentecostal, os dons do Espirito Santo e a pregação do evangelho com sinais e maravilhas são absolutamente importantes para o século XXI.
Precisamos do poder do Espirito Santo para guiar-nos em qualquer esforço que vise libertar e dar direção às pessoas. Há duas razões para isso. A primeira é que, nesta altura da história, as pessoas enfrentam necessidades criticas. As Vicissitudes nos lares e os males da sociedade são talvez maiores do que os de qualquer outra geração. Paralelo a isso está à necessidade de a Igreja Pentecostal satisfazer as atuais demandas e exigências sem, todavia, comprometer a mensagem que lhe confiou o Senhor. Estamos envolvidos nas urgências sociais, mas nossa mensagem não deve tornar-se um evangelho social. Esta geração não pode diluir a mensagem que nos foi entregue. Se a igreja puser em risco suas características pentecostais, frustrará o proposito pelo qual Deus a levantou.
Quando a Escritura diz: “As coisas que o olho não viu, e o ouvido não ouviu, e não subiram ao coração do homem são as que Deus preparou para os que o amam” (1Co 2.9), Deus está falando com a igreja. Precisamos buscar a Deus para saber o que Ele tem reservado para nós e para os nossos ministérios.
Precisamos continuar buscando a presença de Deus, ser cheiro do Espírito Santo, e experimentando tudo o que Deus tem reservado, desta forma precisamos reconhecer a necessidade de termos o coração de Deus; sim! Pastores segundo o coração de Deus.
Este Pastor segundo o coração precisa ser vocacionado.
O apóstolo Paulo tinha consciência de sua chamada: “sou grato para com aquele que me fortaleceu, Cristo Jesus, nosso Senhor, que me considerou fiel, designando-me para o ministério” (1 Tm 1.12). Em primeiro lugar a vocação ministerial.
Todo obreiro deve estar consciente da razão do seu ministério. O exercício da prática pastoral não deve de forma alguma ser motivado por alguma outra coisa que não seja a chamada divina.

Quanto custa nossa vocação:
·        A de Esaú – um prato de lentilhas (Hb 12.16)
·        A de Sansão – uma aventura sexual (Jz 16.4)
·        A de Judas – 30 moedas de prata (Mt 26.14)
·        A de Ananias de Safira – uma parte de terreno (At 5. 1,2)
·        A de Demas – os prazeres do mundo (2 Tm 4.10)
·        A de alguns discípulos – os paradoxos doutrinários (Jo 6.66)
No texto bíblico do primeiro livro de Samuel capitulo 13: 1 – 23 é um exemplo clássico desta identificação divina do que esta no coração de Deus e no coração do homem. “fracassando no teste da fé” é o tema dos versículos 5-14

O teste da fé chega:
a.      Quando o perigo aumenta, 5,6
b.      Quando o medo se instala, 7
c.      Quando o apoio humano falha, 8.

Fracassar no teste da fé resulta em:
a.      Desobediência, 9-10
b.      Desculpas, 11,12
c.      A perda das bênçãos de Deus, 13,14.
   
Um homem que lhe agrada.(I Sm 13:14)  Sem dúvida, essa é uma referência óbvia a Davi por parte de algum autor, que já sabia quem tomaria a posição de Saul. Esta Parte do versículo aponta para a superioridade de Davi sobre Saul. O coração desse homem estaria com Yahweh. Seus motivos íntimos, suas qualidades espirituais eram superiores aos de saul:
1.      Ele daria estrita atenção ás leis de Deus.
2.      Ele seria o rei que realizaria bem sua missão e libertaria Israel sob a direção de Yahweh, pois seu coração estava sintonizado com a vontade e direção divina.
3.      Ele não violaria ou alteraria a constituição de Israel, mas, antes, levaria o culto divino a Jerusalém, sua capital.
4.      Ele realizaria todo o seu ministério público em consonância com os ditames de Yahweh, ainda que em sua vida pessoal houvesse falhas graves. Embora cometesse horrendos lapsos morais na esfera da vida privada, como rei ele estabeleceria um exemplo para todos.

Este homem segundo o coração de Deus precisa:
Ter prioridades
Manter as prioridades em sua devida ordem é um dos maiores desafios que o pastor enfrenta. As muitas ocupações do pastorado constantemente pressionam os ministros a comprometer a oração, a vida devocional, a família e, às vezes, até o padrão moral exigido pela Palavra de Deus.

As Prioridades do ministro do Evangelho devem estar nesta ordem:
1.      Seu relacionamento com o Senhor – Salmos 5.3
2.      Sua esposa e filhos – I Tm 3.5
3.      Seu ministério e trabalho – Tm e Tt
Juntamente com essas prioridades pessoais, há prioridades ministeriais secundárias igualmente muito importantes. Os ministros devem observar estes fundamentos:
·        Dê amplo tempo para a pregação da Palavra de Deus. Atos 6.4, 2Tm 3.16,17
·        Qualquer coisa permanente na igreja virá pela oração (e jejum)
·        A igreja deve estar envolvida em evangelismo
·        A igreja deve estar envolvida em missões nacionais e estrangeiras.
·        Cada igreja deve ter um programa de discipulado
·        Treine e envolva os crentes leigos na obra do ministério
Este homem segundo o coração de Deus precisa:
Prestar contas
1.      Jr 17.9 e Gl 6. 3,4
2.      1Pe 5.8

Este homem segundo coração de Deus precisa:
Perguntar?
1.      Descreva os momentos em que você se ocupa com a Palavra e o que está aprendendo. Com que frequência você fica sozinho com Deus durante a semana? Por quanto tempo? Isso satisfaz suas expectativas e esperanças?
2.      Descreva sua vida de oração no que se refere a tempo, regularidade, escopo de oração e percepção da presença de Deus enquanto ora. Você vive na presença de Deus?
3.      Quanto tempo você gasta com a leitura da Bíblia ou textos relacionados
4.      Seu dizimo do tempo?
5.      Que metas espirituais você tem para a sua família? Em que ponto você se encontra para abbtingi-las.

Este homem segundo o coração de Deus precisa:
Ter a vida devocional em dia
O pastor, como aquele que se espere que ministre aos outros, deve em primeiro lugar e antes de tudo ser ministrado por Deus. A vida devocional particular do ministro, o tempo gasto com Deus, determinará a verdadeira altura e profundidade de seu ministério.
Meta admirável para o pastor é receber identificação semelhante á de Pedro e João em Atos 4.13. As multidões maravilhavam-se da ousadia desses homens indoutos e sem cultura, pois “tinham conhecimento de que eles haviam estado  com Jesus”. Esses líderes espirituais tinham passado tempo com Deus e o demonstravam.

“A palavra “devoção” é definida por vocábulo como “consagração”,” dedicação íntima” e “zelo”
·        Uma atenção solene ao Ser Supremo na adoração
·        Uma rendição do coração e das afeições a Deus, com reverência, fé e piedade, nos deveres religiosos, particularmente para o pastor, devoção significa concentração diária nas Escrituras e na oração.
Devoção Pastoral ao estilo do Salmo 42.

Conclusão
Devemos orar para que aumente o nosso anseio pela presença de Deus, que nosso desejo pela plena manifestação do Espírito Santo, cresça e que se aprofunde a nossa paixão pela plenitude do reino de Cristo e sua justiça, até clamarmos por Ele de dia e de noite, com sede sincera, “assim como cervo brama pelas correntes das águas”. Assim, o alvo será alcançado “Pastor segundo o coração de Deus”.



Em Cristo.
Vosso servo
Pastor Luiz Cezar Mariano
“Ore pelo Rio de Janeiro”






Notas Bibliográficas
Champlin,R.N. o antigo testamento interpretado Versículo por Versículo. CPAD.
BEACON Comentário Bíblico – CPAD.
Gonçalves, José – As ovelhas também Gemem – CPAD.
Bíblia de Estudo Pentecostal – CPAD.