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Devocional

Todas as manhãs os colaboradores do IBADEP fazem o período devocional.

REQUERIMENTO DE CERTIFICADO DE CONCLUSÃO

Com conclusão dos estudos do conteúdo programático do curso escolhido, o aluno deverá solicitar ao núcleo o formulário “REQUERIMENTO DE CERTIFICADO DE CONCLUSÃO”, para que possa fazer a solicitação de seu documento de conclusão do curso.

EBI

Com a finalidade de transmitir os conceitos e ensinamentos Bíblicos, a EBI (Escola Bíblica Internacional Ibadepiana), terá como referência o seguinte tema: " A doutrina Assembleiana, com base nas escrituras."

quinta-feira, 25 de maio de 2017

Evangélicos se multiplicam na França e evangelizam muçulmanos

Evangélicos se multiplicam na França e evangelizam muçulmanos

Durante muito tempo, as igrejas evangélicas da França aguardaram um “sinal de reconhecimento oficial do governo francês”, mas “finalmente conseguiram”, explica o jornal Le Monde, que analisou a expansão dos evangélicos no país.
 
Por questões históricas, que remetem aos desdobramentos da Reforma Protestante no século 16, toda igreja cristã não católica era vista como seita pelos franceses. Agora, pela primeira vez o presidente do Conselho Nacional dos Evangélicos da França esteve presente na cerimônia de posse de um presidente francês, Emmanuel Macron, no último 14 de maio.
“Eu estava ao lado dos representantes dos muçulmanos, dos católicos, dos judeus, da Federação Protestante da França e dos budistas”, comemorou Etienne Lhermenault.

 

Outra notícia boa foi a nomeação de Edouard Phillippe como primeiro-ministro. Ele era prefeito do Havre (norte do país), região com ligações históricas com evangélicos na França. “Ele sabe quem somos”, declarou Lhermenault ao Le Monde.
 
Ainda segundo o jornal mais lido pelos franceses, “o funcionamento [das igreja evangélicas] se faz sem barulho, mas sua vitalidade pode ser conferida nas estatísticas – segundo o CNEF, o número de evangélicos nas grandes cidades se multiplicou por dez desde 1950, contabilizando hoje 500 mil praticantes regulares”.
Considerados sectários, até pouco tempo atrás o evangélico “era percebido [na França] como um estúpido à la George Bush Jr; hoje ele é visto como um africano animado”, explicou o presidente do CNEF.
 
“O resultado é que nós somos ainda percebidos como uma espécie de seita”, reclama o pastor Franck Lefilattre. “Você tem que estar pronto a receber diversos nãos”, acrescenta o também pastor Samuel Foucachon, que há anos vem tentando, sem sucesso, regularizar sua igreja perto da região de Marselha (Sul) e Bordeaux (Sudeste).
“Houve um caso onde chegaram a nos dizer: ‘se aceitarmos sua solicitação, perdemos a prefeitura’. Cada um deve se virar por si próprio”, narrou Foucachon. Alguns teatros de Paris estão alugando suas salas para grupos evangélicos, para aumentar suas receitas mensais.

Alcançando muçulmanos

A estratégia de alcançar os muçulmanos que crescem continuamente no França é diferente das antigas práticas de abordagem e distribuição de folhetos. “Isso não dá certo!”, afirma o pastor David Brown, presidente da Comissão de Evangelização do Conselho Nacional dos Evangélicos da França (CNEF). “Os franceses consideram a religião como um assunto privado e não querem ser catequizados em locais públicos”, explica.
Um dos motivos disso é que os missionários americanos, antes bastante presentes em território francês, agora são cada vez mais raros. “A importação de práticas ‘made in USA’ nunca fez muito sucesso na França”, analisa o Le Monde.
O sociólogo de religiões Jean-Paul Willaime aponta que o método mais usado hoje para atrair pessoa é por meio de ações sociais e humanitárias (Bazares, apoio escolar, alfabetização, luta contra as drogas e o alcoolismo etc) e das redes interpessoais, como vizinhos, amigos e família.
“Sem esquecer a multiplicação dos cultos à noite, rápidos e festivos, destinados aos jovens ativos”, afirma Le Monde.
“Evangelizar a França é uma prioridade… começando pelos muçulmanos”, descreve o jornal.
Isso se dá principalmente por que os bairros populares e periféricos, onde vivem a maioria dos imigrantes, são claramente identificados como “terras missionárias”.
O pastor Belkacem Germouche, por exemplo, acaba de montar um grupo chamado “Alleluia North Africa”, onde encontros inter-religiosos são bem-vindos. Sua igreja acolhe, duas vezes por semana, cerca de trinta mulheres muçulmanas para cursos de alfabetização.
“Hoje em dia, não é porque você nasce numa família muçulmana que é muçulmano”, avalia Karim Arezki, presidente da Associação de cristãos do norte da África, criada em 2003. “Eles sabem que nós queremos evangelizar e nós sabemos que eles querem nos converter ao Islã”, resume Arezki.
O Le Monde conta ainda que muitos muçulmanos já convertidos pelos evangélicos preferem não admitir isso publicamente, por medo de serem isolados por seus grupos sociais ou mesmo perseguidos. Apesar disso, seu crescimento é notável.
fonte: www.gospelprime.com.br

quarta-feira, 24 de maio de 2017

Cláudio Duarte chora ao falar sobre preconceito contra gays.

Cláudio Duarte chora ao falar sobre preconceito contra gays.

O Programa Raul Gil voltou a levar um convidado evangélico neste sábado (20). Durante o quadro “Elas Querem Saber”, o pastor Claudio Duarte conversou com Val Marchiori, Thammy Miranda, Ciça Camargo e Lola Melnick.
 
Conhecido por usar o humor e a sinceridade para falar sobre questões espirituais, Cláudio foi questionado sobre vários assuntos pelas participantes do quadro. Falou, por exemplo, como seria o “casamento perfeito” e também deu dicas como ter sucesso nos relacionamentos.
Casado há 25 anos, confessou que não se casou virgem e que só se aprende a amar convivendo com a pessoa. Falou também sobre algumas das dificuldades de sua vida, especialmente na infância. Lembrou que grande parte disso é pelo fato de seu pai ter casado oito vezes e ele ter convivido em muitas casas.
Entre as questões abordadas por ele foi o excesso de críticas que recebe por suas posturas, como o uso do humor, o que não é bem visto por muitas igrejas. Reclamou também da “religiosidade tóxica” e do estereótipo comum dos “evangélicos” apresentados pela mídia. 
Disse que não recebe salário em sua igreja e que vive de suas palestras.
O momento que teve maior emoção foi o questionamento sobre aceitação das chamadas “minorias”. O pastor demonstrar ser contra o preconceito com a comunidade LGBT e se emocionou ao abordar o tema. Ele deixou claro que não é homofóbico, mas continua contrário ao relacionamento homoafetivo. 
Relatou ainda que tem um meio irmão que é gay e eles continuam amigos. “Essa coisa absurda da extremidade que tornou o mundo do jeito que está”, lamentou. Deixou claro que condena toda forma de preconceito, mas isso não significa que ele irá negociar seus valores.
Claudio Duarte e Tammy MirandaClaudio Duarte e Tammy Miranda. (Foto: Reprodução / SBT)
Thammy, filha transexual de Gretchen, disse durante a entrevista: “Você foi o único convidado que me respeitou aqui, nem os artistas que se dizem moderninhos me trataram assim”. Ela levantou para abraçá-lo e a imagem chamou atenção de grande parte da mídia.
Assista:


Fonte: www.gospelprime.com.br

Doria pede “oração pelo Brasil” em culto da Assembleia de Deus

Doria pede “oração pelo Brasil” em culto da Assembleia de Deus

O prefeito de São Paulo, João Doria, repete os passos de Dilma e procura demonstrar afinidade com os evangélicos participando de cultos. Embora afirme ser católico, nos últimos meses tem se aproximado de diversas lideranças do meio evangélico, com olho nas eleições de 2018. 
Na festa dos 47 anos do bispo Samuel Ferreira, líder da Assembleias de Deus Madureira, na noite deste sábado (20), Doria usou o microfone para fazer um pedido. Diante de um templo lotado, falou em se buscar “um país mais decente e honesto”.
“Vou tomar liberdade de pedir uma oração pro Brasil. Nosso país vive momento delicado, mas que vamos superar. O Brasil tem raízes mais profundas do que qualquer crise. Um povo que supera tudo porque tem Deus no coração”, declarou. 
Afirmando ser amigo do aniversariante, emendou: “Não tinha a hipótese de eu não estar aqui, Se tivesse outra coisa marcada, iria cancelar.” Elogiou também o bispo Manoel Ferreira [pai de Samuel e fundador da igreja]. 
Em seguida foi a vez de Manoel pedir que a igreja orasse pelo país e pelo presidente Temer.
O prefeito não assume abertamente que disputará a eleição para presidente no ano que vem, mas sua participação no culto ganhou ares de comício. 
O bispo Manoel disse a Doria que ele teria “ficado pequeno” para o Executivo municipal e que “O Brasil está precisando de alguém para reunir o país.” O bispo Abner Ferreira, irmão de Samuel, também afirmou que muitos já o consideram seu próximo presidente.
João Doria foi indiretamente envolvido na delação premiada dos donos da JBS por ter relacionamento próximo com vários dos citados.
Curiosamente, a participação no culto na Assembleia de Deus do Brás não estava na agenda oficial do prefeito. Foi sua segunda visita ao local em dois meses. Em meados de março, Doria recebeu a imposição de mãos de vários pastores que oraram por ele pondo as mãos em sua cabeça.
Sua participação neste culto lembra a visita que fez a outras igrejas, como a Mundial, onde seguiu o mesmo roteiro de se identificar como amigo do líder e mostrar que já está familiarizado com os termos empregados pelos evangélicos. Com informações de Folha
Fonte: www.gospelprime.com.br

Trump visita a Israel, anunciando “paz e segurança”.

Trump visita a Israel, anunciando “paz e segurança”.

É a primeira visita oficial de um presidente ao Muro das Lamentações.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, chegou nesta segunda-feira (22) a Israel, onde se encontrou com o chefe de Estado israelense, Reuven Rivlin, e o premiê, Benjamin Netanyahu. 
Há uma grande expectativa que ele faça anúncios para um acordo de paz no Oriente Médio.  “Estamos diante de uma oportunidade pouco comum para trazer segurança e estabilidade à região. Para criar harmonia, prosperidade e paz”, destacou Trump logo em sua chegada ao aeroporto de Ben Gurion. Ele permanecerá cerca de 28 horas no país, visitando Jerusalém e indo a Belém falar com a Autoridade Palestina.
No primeiro discurso, lembrou que o Estado judeu é “uma terra rica em história” e que “construiu uma das grandes civilizações do mundo, uma nação próspera”. Reforçou que ama o país e que sua visita tem como objetivo “reafirmar o laço inquebrantável entre EUA e o Estado de Israel”. Aproveitou para fazer uma referência ao Holocausto, assumindo um compromisso para que nunca se repita “o horror do último século”. 
O bilionário tem judeus em sua família – a filha Ivanka de converter após casar com Jared Kushner –  e reforçou sua esperança de que, “no futuro, os moradores da região viverão em paz”, e as crianças poderão “crescer livres do terrorismo e da violência”. “Amamos Israel, respeitamos Israel. Estamos com vocês”, encerrou.
 
Trump fez uma visita histórica ao Muro das Lamentações, local mais sagrado do judaísmo, onde colocou pedidos de oração entre as pedras, um gesto de reverência ao local que as Nações Unidas tentam retirar do controle de Israel, alegando ser um lugar santo do islamismo.
Mencionando sua visita à Arábia Saudita no domingo, Trump afirma que lá encontrou “novos motivos para a paz” e fez alianças para a luta “contra o terrorismo e a ideologia do mal” entre os líderes do mundo árabe e muçulmano. 

Sem mudança de embaixada

O presidente Rivlin, deu boas-vindas calorosas ao chefe de Estado americano e  lembrou que, daqui alguns dias, será o 50º aniversário da Guerra dos Seis Dias, na qual os israelenses festejam a “liberdade e reunificação” de Jerusalém. Contudo, o aguardado anúncio da mudança da embaixada de Tel Aviv para a capital Jerusalém não ocorreu, ainda que tenha sido prometido por Trump desde sua campanha.
Rivalin agradeceu a Trump o reconhecimento do “significado de Jerusalém para os judeus no mundo todo” e também lembrou que, em um único dia, o governante americano “visitará os três lugares sagrados para o Islã, o judaísmo e cristianismo” e indicou que os fiéis dessas três religiões monoteístas devem “trabalhar lado a lado para um futuro melhor”.
Por sua vez, Netanyahu agradeceu o que considerou “uma visita verdadeiramente histórica” e “um bom começo”, já que “nunca antes, a primeira viagem oficial de um presidente dos EUA incluiu uma visita a Israel”.
O premiê também agradeceu a amigo Trump pela oportunidade e deixou claro que “Construímos um estado judeu democrático, moderno e vibrante, que protege todas as fés”,   acrescentando que “a mão de Israel está estendida para a paz a todos os vizinhos, inclusive os palestinos”.
“A paz que buscamos é genuína, na qual um estado judeu seja reconhecido e a segurança fique nas mãos de Israel e o conflito termine de uma vez por todas e para todos”, finalizou Netanayahu. Com informações das agências.
Fonte: www.gospelprime.com.br

terça-feira, 16 de maio de 2017

Empregado evangélico obrigado a ir à missa será indenizado.

Empregado evangélico obrigado a ir à missa será indenizado.

A 2ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (Rio Grande do Sul) garantiu, em julgamento de recurso, uma indenização por danos morais a um ex-empregado da associação de assistência social da Arquidiocese de Porto Alegre. Mesmo sendo evangélico, ele era obrigado a assistir missas católicas. O valor da reparação é de R$ 3 mil. 
Para os magistrados, obrigar alguém a frequentar culto diverso da sua fé viola a Constituição, que no artigo 5º, inciso VI, assegura o livre exercício dos cultos religiosos, considerando a liberdade de consciência e de crença inviolável.
Andre Luiz Lima Seffer era auxiliar de serviços gerais na marcenaria da associação. Reclama que, mesmo dizendo ser evangélico, era convocado a ir até a sede da instituição para assistir missas nas datas comemorativas da liturgia católica. 
Ele alega sentir-se humilhado e constrangido por que o empregador impunha sua presença em eventos de outra religião. Em uma ocasião, quando deixou de comparecer à missa de Natal, foi advertido formalmente. No processo, Andre relata que quando comunicou a seu superior que não iria à missa de Páscoa, tentaram lhe coagir a pedir demissão. Como ele não o fez, foi “despedido de forma discriminatória, por ter crença religiosa divergente da empresa”. 
A arquidiocese se defende, argumentando que a participação nas missas não era obrigatória. Como alguns eventos eram realizados na igreja, no horário de serviço, os empregados podiam optar em ficar nos seus locais de trabalho ou ir para a missa.
Após ter perdido na primeira instância, o trabalhador recorreu ao TRT-4. O juiz Carlos Henrique Selbach, relator do recurso, deu razão ao empregado, no que foi seguido pelos demais membros da turma. Segundo o magistrado, o documento onde foi registrada a advertência comprova que a intenção do empregador era repreender o trabalhador por não ter comparecido à missa. O processo pode ser lido na íntegra aquiCom informações de Conjur

Fonte:Gospelprime